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Por que usar o PsyFlow para o TAC?

O TAC avalia a atenção seletiva — processar a informação relevante da tarefa ignorando estímulos distratores — por meio de três matrizes de 300 figuras geométricas, com um minuto para cada parte. As três partes impõem demandas atencionais diferentes, e é a comparação entre elas que sustenta a leitura clínica: na parte 1 o alvo é uma figura única; na parte 2 o alvo é um par ordenado de figuras, o que acrescenta demanda de controle inibitório sobre a resposta à primeira figura; na parte 3 o alvo muda a cada linha, acrescentando demanda de alternância atencional. Cada parte gera acertos, erros e ausências, e o escore total soma os acertos. A correção converte os acertos em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por faixa etária, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas de amostra brasileira com 655 participantes: 631 crianças e adolescentes de 5 a 14 anos e 24 jovens adultos de 20 a 32 anos. Nos estudos de validação, a parte 3 foi a que melhor discriminou séries escolares sucessivas, e a parte 2 a que melhor discriminou adultos com Transtorno do Pânico.

O que o TAC avalia?

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O que avalia: O TAC avalia a atenção seletiva — processar a informação relevante da tarefa ignorando estímulos distratores — por meio de três matrizes de 300 figuras geométricas, com um minuto para cada parte. As três partes impõem demandas atencionais diferentes, e é a comparação entre elas que sustenta a leitura clínica: na parte 1 o alvo é uma figura única; na parte 2 o alvo é um par ordenado de figuras, o que acrescenta demanda de controle inibitório sobre a resposta à primeira figura; na parte 3 o alvo muda a cada linha, acrescentando demanda de alternância atencional. Cada parte gera acertos, erros e ausências, e o escore total soma os acertos. A correção converte os acertos em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por faixa etária, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas de amostra brasileira com 655 participantes: 631 crianças e adolescentes de 5 a 14 anos e 24 jovens adultos de 20 a 32 anos. Nos estudos de validação, a parte 3 foi a que melhor discriminou séries escolares sucessivas, e a parte 2 a que melhor discriminou adultos com Transtorno do Pânico.

Dados Técnicos
AutorMONTIEL, José Maria; SEABRA, Alessandra Gotuzo (2012)
EditoraMemnon
Faixa etária5–14 anos e 20–32 anos
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