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Por que usar o PsyFlow para o Trilhas A/B?

Avalia a flexibilidade cognitiva — a habilidade de mudar o foco do processamento de uma informação para outra — em duas partes que se interpretam juntas. A parte A, aplicada em duas folhas, pede que o avaliando ligue 12 letras (de A a M, na ortografia anterior à reforma, sem o K) em ordem alfabética e 12 números em ordem crescente: mede busca visual e rastreamento visuomotor e funciona como linha de base, verificando o domínio das ordens alfabética e numérica. A parte B apresenta os 24 itens numa mesma folha e exige ligá-los alternando as duas ordens (A‑1‑B‑2‑C‑3…), acrescentando a demanda de alternância entre critérios. Um minuto por folha, cerca de seis minutos no total. A correção usa o escore em sequências — itens ligados sem interrupção — e produz, além das duas partes, o escore derivado B−A, medida de interferência que isola o custo da alternância descontando a busca visual. Conversão em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por faixa etária, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas de amostra brasileira com 437 participantes: 410 crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e 27 jovens adultos de 19 a 32 anos. Seguindo o manual, o escore B−A só é interpretado quando a parte A atinge ao menos 70% de acertos — abaixo disso, um desempenho fraco na parte B pode refletir desconhecimento das sequências, e não déficit de flexibilidade.

O que o Trilhas A/B avalia?

Entenda o instrumento e sua aplicabilidade

Teste de Trilhas: Partes A e B

Funções Executivas

O que avalia: Avalia a flexibilidade cognitiva — a habilidade de mudar o foco do processamento de uma informação para outra — em duas partes que se interpretam juntas. A parte A, aplicada em duas folhas, pede que o avaliando ligue 12 letras (de A a M, na ortografia anterior à reforma, sem o K) em ordem alfabética e 12 números em ordem crescente: mede busca visual e rastreamento visuomotor e funciona como linha de base, verificando o domínio das ordens alfabética e numérica. A parte B apresenta os 24 itens numa mesma folha e exige ligá-los alternando as duas ordens (A‑1‑B‑2‑C‑3…), acrescentando a demanda de alternância entre critérios. Um minuto por folha, cerca de seis minutos no total. A correção usa o escore em sequências — itens ligados sem interrupção — e produz, além das duas partes, o escore derivado B−A, medida de interferência que isola o custo da alternância descontando a busca visual. Conversão em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por faixa etária, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas de amostra brasileira com 437 participantes: 410 crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e 27 jovens adultos de 19 a 32 anos. Seguindo o manual, o escore B−A só é interpretado quando a parte A atinge ao menos 70% de acertos — abaixo disso, um desempenho fraco na parte B pode refletir desconhecimento das sequências, e não déficit de flexibilidade.

Dados Técnicos
AutorMONTIEL, José Maria; SEABRA, Alessandra Gotuzo (2012)
EditoraMemnon
Faixa etária6–14 anos e 19–32 anos
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