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Por que usar o PsyFlow para o TT‑P?

Avalia flexibilidade cognitiva em crianças de 4 a 6 anos SEM exigir conhecimento de letras e números — o que torna possível medir alternância antes da alfabetização, faixa em que o Teste de Trilhas tradicional não se aplica. A tarefa é apresentada como uma história: uma família de cachorrinhos precisa ir para casa. Na parte A, a criança liga cinco cachorros em ordem crescente de tamanho, do filhote ao papai, medindo percepção visual, atenção sustentada e rastreamento visuomotor — é a linha de base do instrumento. Na parte B, entram cinco ossos de tamanhos correspondentes e a criança precisa ligar cada cachorro ao seu osso alternando os dois tipos de estímulo, o que acrescenta a demanda de flexibilidade cognitiva. Cada parte gera dois escores com norma própria: sequências, que conta os itens ligados até a primeira interrupção, e conexões, que conta todas as linhas corretas mesmo depois de um erro — lidos juntos, distinguem a criança que não apreendeu a regra daquela que a compreendeu mas perdeu o fio no percurso. Conversão em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por idade, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas brasileiras com 223 crianças de 4 a 6 anos (M = 5,39; DP = 1,02) de escolas públicas e particulares de São Paulo e do Rio Grande do Sul. O tempo de execução é registrado como dado qualitativo: o manual manda cronometrar, mas não fornece norma de tempo.

O que o TT‑P avalia?

Entenda o instrumento e sua aplicabilidade

Teste de Trilhas para Pré-escolares

Funções Executivas

O que avalia: Avalia flexibilidade cognitiva em crianças de 4 a 6 anos SEM exigir conhecimento de letras e números — o que torna possível medir alternância antes da alfabetização, faixa em que o Teste de Trilhas tradicional não se aplica. A tarefa é apresentada como uma história: uma família de cachorrinhos precisa ir para casa. Na parte A, a criança liga cinco cachorros em ordem crescente de tamanho, do filhote ao papai, medindo percepção visual, atenção sustentada e rastreamento visuomotor — é a linha de base do instrumento. Na parte B, entram cinco ossos de tamanhos correspondentes e a criança precisa ligar cada cachorro ao seu osso alternando os dois tipos de estímulo, o que acrescenta a demanda de flexibilidade cognitiva. Cada parte gera dois escores com norma própria: sequências, que conta os itens ligados até a primeira interrupção, e conexões, que conta todas as linhas corretas mesmo depois de um erro — lidos juntos, distinguem a criança que não apreendeu a regra daquela que a compreendeu mas perdeu o fio no percurso. Conversão em pontuação-padrão (média 100, desvio-padrão 15) por idade, com classificação de Muito baixa a Muito alta. Normas brasileiras com 223 crianças de 4 a 6 anos (M = 5,39; DP = 1,02) de escolas públicas e particulares de São Paulo e do Rio Grande do Sul. O tempo de execução é registrado como dado qualitativo: o manual manda cronometrar, mas não fornece norma de tempo.

Dados Técnicos
AutorTREVISAN, Bruna Tonietti; SEABRA, Alessandra Gotuzo (2012)
EditoraMemnon
Faixa etária4–6 anos
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